Porto Alegre, 17 de Dezembro de 2018   








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Departamento de Logística

O atual Departamento de Logística da Assembleia Legislativa do RS é integrado pelos antigos Departamentos de Serviços Administrativos, de Patrimônio e Material e de Obras e Manutenção, responsável pelas Divisões de Transportes, Protocolo e Arquivo, Serviços Complementares, Telefonia, Correspondência, Almoxarifado, Patrimônio e Tombamento, Projetos e Manutenção. Cada Divisão tem à frente uma Coordenadora, e a escolha para preenchimento da função procurou prestigiar aquelas pessoas que já trabalhavam na atividade.

Cármen Nunes é a Diretora do Departamento, responsável por colocar toda essa engrenagem em funcionamento. Arquiteta, especialista em Patrimônio Cultural, ingressou na Assembleia em 1998 como taquígrafa. De 2001 a 2008, no Departamento de Obras e Manutenção, coordenou a Divisão de Projetos e foi Diretora do Departamento em 2005, metade de 2006 e 2007. Em 2008, voltou para o Departamento de Taquigrafia e, em 2009, assumiu o desafio de viabilizar esta megaestrutura que é o Departamento de Logística, primando, com muita dedicação, pelo aperfeiçoamento dos instrumentos de controle.

Como Departamento de suporte da atividade parlamentar, é responsável por serviços variados, desde a lâmpada que é trocada até o carro para atividades institucionais, passando pelos elevadores, fechaduras, correspondências, jornais, arquivo, protocolos, suprimentos, almoxarifado, limpeza e outros. São 80 funcionários efetivos e 157 terceirizados (limpeza, telefonia, garçons e copeiras, ascensoristas, manutenção, ar-condicionado e elétrica). Para dar conta de todos esses serviços, Cármen afirma ter uma relação muito estreita com o Departamento de Licitações, Compras e Contratos: “É um desafio e tanto, mas o trabalho é bem afinado. Conto com o coleguismo e profissionalismo de colegas de outros Departamentos também. Não seria possível proceder de outra forma”.

Entre as dificuldades enfrentadas, aponta a pouca sistematização das tarefas ao longo do processo e a carência de pessoal, para o que tem contado com a solidariedade da Administração da Casa: “Foram chamados administradores e um engenheiro civil, que preencheram as vagas existentes. Além disso, estamos recebendo computadores novos, que facilitam e qualificam o desenvolvimento de muitas atividades”.

O planejamento do trabalho é considerado uma necessidade: “Algumas práticas precisam ser aprimoradas para possibilitar maior tranquilidade em caso de imprevistos. Somente com planejamento é possível alcançar isso. Estão sendo tomadas algumas medidas para aprimorar o controle, prestar um bom serviço, com a certeza de que o que está sendo pago é o que realmente é devido, sem nenhuma dúvida. Como exemplo do trabalho que estamos desenvolvendo, cito a manutenção dos 14 veículos da Casa, para a qual será feita uma licitação, a fim de contratarmos uma oficina por demandas”.

Outra dificuldade é a separação espacial das diversas Divisões, o que torna mais complexa a administração, além da idade dos prédios da Assembleia: o Palácio Farroupilha foi construído em 1967; o Teatro Dante Barone é de 1970; o Memorial data de 1790, e o Solar dos Câmara é de 1818. Sem contar os jardins, o Departamento cuida de aproximadamente 23 mil metros quadrados de área construída e quase tudo o que existe nestes espaços. “Nossas demandas são muito variadas. O planejamento chega a ser uma probabilidade de executar, exigindo uma flexibilidade muito grande para administrar”, reconhece a Diretora.

Sem toda essa estrutura, a Assembleia para, evidenciando a importância do Departamento: “Não existe um dia igual ao outro. Se temos um problema, haveremos de achar uma solução. É o que esperam de nós. Conto com a ajuda dos colegas e da Superintendência Administrativa e Financeira para, diariamente, decidir. Sinto-me muito bem acompanhada. Temos uma longa estrada a trilhar e nosso maior elogio é não receber críticas”.